Lançamento

Ester tem um dom desde a infância que nunca pediu: comunicar-se com os mortos. Iva perdeu a visão, mas enxerga melhor que muita gente.

No interior do Brasil, em 1948, seus caminhos se cruzam em um jardim de flores que não existem em nenhum outro lugar do mundo – algumas maléficas, outras nem tanto. Dos vinte aos noventa e cinco anos, Ester narra a própria vida, uma trajetória sobrenatural – as alegrias, os arrependimentos, os mortos que a acompanham — e descobre, devagar, que o laço que a une a Iva é mais profundo do quepoderia imaginar.

Obras

Mulher com brânquias

Rita, professora universitária, começa a ter visões de uma realidade paralela, como se estivesse o tempo todo mergulhada num aquário. Em casa, no trabalho ou na rua, ela se vê rodeada por seres aquáticos e especialmente pelo "grande peixe", uma criatura fantasmagórica que a persegue, mas que ninguém mais enxerga. Como se não bastasse, sua pele é tomada por escamas aos poucos, de forma dolorida e fantástica. Brânquias surgem em seu corpo, e isso pode significar o início ou o fim de uma jornada.

Capa do livro Mulher com Brânquias: A História de uma Mulher-Monstro, de Patrícia Baikal. Figura feminina com escamas nos ombros e cabelos escuros, sobre formas orgânicas em vermelho e rosa.

Onde se morre todos os dias

No dia do seu casamento, um homem abre os olhos e percebe que foi enterrado vivo. Fraco e atormentado, ele apenas deseja reencontrar sua noiva e se vingar daqueles que arruinaram sua vida.

Capa do conto Onde se Morre Todos os Dias, de Patrícia Baikal. Ramos de algodão branco sobre fundo bege envelhecido, com uma mancha vermelha na base.

Engolida por uma casa

Em uma viagem ao Japão, uma médica se vê rodeada de mistérios ao se hospedar em uma casa tradicional da aldeia Shirakawa-go. Tomada pelo universo de leis desconhecidas, a casa leva a protagonista ao ano de 1818, fazendo-a regredir duzentos anos. Um conto marcado por mudanças de estações, lugares inimagináveis e reflexões sobreuma cultura milenar.

Capa do livro Engolida por uma Casa, de Patrícia Baikal. Uma pequena casa vermelha integra o título sobre fundo azul, cercada por galhos escuros e flores vermelhas.

Ovanoides

Sarah vive dentro de uma cápsula metálica e raramente tem contato com o mundo externo. Certa manhã, quando a cápsula se abre e não mais se fecha, é obrigada a sair e procurar ajuda. A busca leva Sarah a enfrentar a fragilidade do seu corpo, a dificuldade de se comunicar e a luta para preservar a moeda mais valiosa do seu tempo: o próprio sangue.

Capa do conto Ovanóides, de Patrícia Baikal. Um grande ovo prateado com gotas sobre sua superfície repousa em um terreno escuro, sob um céu de nuvens arroxeadas.

Nuvenzitas

Uma menina de doze anos reflete sobre a misteriosa habilidade de sua família: transformar as tristezas em pequenas pedras e arrancá-las do corpo com as próprias mãos. Um conto marcado pelo insólito e pelo estranho, mas também pela ingenuidade de uma criança.

Capa do livro Nuvenzitas, de Patrícia Baikal. Ilustração em preto e branco de uma jovem de cabelos longos segurando um objeto diante de um dos olhos, com título vermelho sobre fundo preto.

Sobre a escritora

Biografia

Patrícia Baikal é radicada em Brasília/DF e autora dos livros O jardim de mil olhos (2026), Mulher com brânquias (2017), e Mariposa (2015). Foi vencedora do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2025) e finalista dos Prêmios Off Flip (2026), Odisseia de Literatura Fantástica (2024), Campos do Jordão de Literatura (2015) e Darcy Ribeiro (2014).

Prêmios

Card do Prêmio Off Flip de Literatura 2026, com fotografia de Patrícia Baikal, finalista ou destaque pelo conto Se eu morrer de coração destroçado, durante a 24ª FLIP, em Paraty.
Card de menção honrosa ao conto Uma mulher com uma caneta, de Patrícia Baikal, na iniciativa FLIP + Motiva, durante a 23ª Festa Literária Internacional de Paraty.
Card dos finalistas do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2026, na categoria Narrativa Curta Fantasia, incluindo Patrícia Baikal pelo conto Nuvenzitas.
Arte do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2025, na categoria Contos, com ilustração de uma criatura monstruosa branca e uma guerreira empunhando uma espada.


Agenda

Cartaz da participação de Patrícia Baikal e Paulo Souza na 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília, em 2026, em mesa sobre literatura fantástica, imaginação e novos leitores.


Entre em contato